João Rodrigues
João Rodrigues foi eleito Chefe Cozinheiro do Ano 2007, sucedendo a Nuno Mendes. Para saber mais espreitem e digam lá k ele nã tem um sorriso lindo?
http://www.chefesdecozinha.com/index.php?s=1&eid=42
João Rodrigues foi eleito Chefe Cozinheiro do Ano 2007, sucedendo a Nuno Mendes. Para saber mais espreitem e digam lá k ele nã tem um sorriso lindo?
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Como prometido, de manhã não postei porque estava sem tempo, mas agora cá estou :)
Lembram--se de eu dizer que era um atum à preguiçosa? Já vão ver porquê!!
Ingredientes:
Uma lata de atum;
1 tomate madurinho;
Mangericão e Oregãos a gosto;
Azeite q.b.
Preparação:
Juntam-se todos os ingredientes na 1,2,3 e faz-se 1,2,3, :).
Coloca-se por cima da massa et voilá.Pode-se sempre colocar queijinho ralado, mas o prato tyransforma-se num monstro calórico...
E pronto, já está!!Não se esqueçam de escorrer bem o atum, senão fica tudo gorduroso!!
Mas haverá receita mais prática e mais rápida?
Algumas pessoas conhecem a minha paixão pelo Jaimie Oliver, e ontem enquanto via um dos seus fantásticos episódios, decidi acompanhá-lo.
Ora ele decidiu fazer Massa Fresca, e eu pensei "Nem é tarde, nem é cedo!". Claro que eu não tenho uma daquelas máquinas engraçadinhas de fazer massa (ainda), mas para quem me conhece e sabe que sou meia doida, decidi que o rolo da massa serviria o mesmo propósito. E não é que serviu mesmo?
Vamos então à receita!!
Ingredientes:
1 ovo;
100gr de farinha
Preparação:
Numa vasilha alta e larga colocamos o ovo e juntamos a farinha, vamos batendo à mão até começar a ficar com um aspecto grumoso, quandoestiver tudo mto bem envolvido se estiver pegajoso polvilhamos com farinha, até ficar uma massa que não cole às mãos e facilmente modelável.
Depois passa-se para a bancada da cozinha e amassa-se bem e supostamente vai à máquina para esticar, até ficar com um aspecto liso e brilhante. Como já vos disse sou meia maluca e decidi fazer essa parte com o rolo da massa, ficou benzinho, fininha e brilhante, mas dá 30 vezes mais trabalho!!!
Depois da massa linda, lisa e brilhante, podemos cortá-la da forma que nos apetecer, eu cortei em tiras fininhas, para ficar tipo Tagliatelle.
Vai a cozer em água fervene temperada de sal, e só precisa de 1,5m para cozer. Fantástico não?

Eu acompanhei com atum, porque o Maridão adora, mas tb foi um atum à preguiçosa, depois deixo aqui a receita. O Maridão deu nota máxima à massinha, não ficou nada no prato, sugiro que experimentem, é muito divertido fazer-mos a nossa própria massihna e para quem tiver miudos, já imaginaram as possibilidades de formas a dar à massa? Eles vão adorar!!
A meio da tarde deve ser fornecida uma merenda, em que o leite ou derivados e o pão não devem faltar.
O jantar será semelhante ao almoço, com uma sopa de legumes e terminar com uma peça de fruta.
Antes de ir para a cama, algumas crianças gostam de beber um copo de leite.
Ingredientes:
Uma beringela grande
Uma lata de cogumelos
1 cebola média picada
1 tomate sem pele picado
2 dentes de alho picados
1 ovo
Uma chávena de chá de ervilhas
2 colheres de sobremesa de queijo ralado
Preparação:
Abrir as beringelas ao meio no comprimento e escavar cada metade com cuidado, com o auxílio de uma colher e uma faca, deixando uma espessura de cerca de um dedo de cada lado. Colocar as beringelas em água para não ficarem pretas.
Picar a polpa retirada da beringela, o tomate e os cogumelo finamente. Refogar a cebola e o alho no azeite até dourar, depois acrescentar o tomate e a polpa da beringela e refogar até soltar água, juntar as ervilhas e, se necessário, um pouco mais de água, cozinhar até que a beringela murche e sobre pouca água.
Num prato fazer um monte de sal para "calçar"a beringela, escorrer as metades de beringela, colocar no prato e colocar o ovo lá dentro, de seguida levar ao forno até ficar ligeiramente cozido.
Rechear com o refogado, polvilhar com o queijo e levar ao forno a gratinar.

Com apenas 28 anos, José Avillez é já considerado uma das grandes referências da cozinha em Portugal. Conclui a licenciatura em comunicação empresarial e marketing com uma tese final dedicada ao estudo da gastronomia portuguesa.
Este jovem Chef, obstinado pela excelência e de “ar sedutor”(como é referido na imprensa), promete não parar por aqui e continuar o seu percurso, sempre com a ajuda da sua equipa, parte indispensável e fundamental de tudo o que realizou até hoje.
Como um bom Chef que é, sabe bem deixar-nos com água na boca...
Ingredientes:
Uma embalagem de compra de massa folhada;
1 lata leite condensado
4 ovos
Sumo de 1 limão
Preparação:
Forrar uma tarteira com a Massa Folhada e cumprir as instruções da embalagem.
Para o recheio:
Misturar o leite condensado com as gemas e o sumo do limão e levar este praparado para cozer em lume médio até engrossar, assim que a masa folhada estiver cozida colocar este preparado.
Bater as claras em castelo e deitar sobre o preparado anterior e levar ao forno para dourar.
Simples não?
A alimentação em geral está a tornar-se um tema importante e em foco, especialmente nos países mais desenvolvidos.
Ao longo do século XX, os alimentos passaram a sofrer processamentos e transformações que tornam alguns já bem distantes do produto original e a utilização de aditivos, corantes e conservantes artificiais tornou-se comum na indústria alimentar.
No que diz respeito à alimentação das crianças, os adultos e, em particular, os pais, têm uma grande responsabilidade na educação alimentar dos filhos, conscientes de que não é fácil educar o paladar das crianças actuais ou fazer com que apreciem alimentos, eventualmente menos “saborosos” (ou seja, regra geral, menos açucarados) do que os mais queridos entre crianças e jovens.
Mas há algumas tácticas, umas que exigem mais trabalho do que outras, que podem ser aplicadas para tentar condicionar os hábitos alimentares dos mais jovens.
Mas tenha atenção: não pode exigir aos seus filhos que façam o que não o(a) vêem fazer. Para alterar os hábitos alimentares dos seus filhos terá de começar por mudar… os seus. Coma os bróculos, está bem?
Eis então algumas estratégias:
Quem decide a ementa são os pais
Quem enche a despensa e o frigorífico são os pais. Comece por aí. Resista à tentação (na maior parte das vezes) de comprar guloseimas e snacks. Como? Não entrando no supermercado de barriga vazia. Levando uma lista de compras. Não se deixando arrastar pela “febre das promoções”.
Prefira produtos frescos e em cuja confecção possa envolver as crianças lá de casa.
Só se come quando se tem fome
Não se deve forçar a ingestão de comida. Aprenda a respeitar o verdadeiro apetite de cada criança (e o seu). Cuidado com os exageros para mais (como sucede frequentemente em datas festivas) ou para menos.
Nada de “restinhos” ou “comida escondida” no prato
Sirva porções mais pequenas. Se a fome persistir, repita pequenas quantidades. É uma maneira fácil de deixar o prato limpo.
“De pequenino se torce o pepino”
Achar que os seus filhos não gostam dos alimentos de que os pais ou os avós não gostam é um grande erro. Não seja egocêntrico e aposte em variar sabores, experimentar comidas novas e diferentes formas de confecção. Em pequenas porções (não entre logo “a matar”).
A palavra-chave é variedade e não quantidade.
Aprender a gostar
Observe os seus filhos a comer fora de casa: na escola, em casa de amigos ou de familiares. Verá que, frequentemente, perante uma comida nova que os adultos também comam, o seu filho não reage mal.
E se os seus filhos, em casa de alguém, mesmo antes de terem a oportunidade de provar o(a) ouvem dizer: “Acho que ele(a) não gosta disso...” – então está a convidá-los abertamente a não comer, a não experimentar. Seja forte. Não diga nada e espere para ver o que acontece. Poderá ficar surpreendido(a)
Abaixo as bolhinhas
As bebidas gaseificadas têm grandes quantidades de açúcar, estando o acentuado sabor doce disfarçado pelo gás aí dissolvido. Elas possuem um baixo valor alimentar e uma elevada contagem de calorias. Prefira sumos naturais, ou... água. Determine o consumo dessas bebidas apenas em situações pontuais.
Uma sobremesa não é uma refeição
Uma guloseima, às vezes, não faz mal. Mas bana o hábito de consumi-las antes das refeições ou quando se tem fome. Não use doces como “recompensas” para as crianças nem como subornos para acabar com uma birra.
Dar o exemplo
As crianças imitam os adultos. Não é justo que exija o que não consegue fazer.
Comer é uma “experiência social”
A origem do verbo “comer” significa “estar com” (do Latim cum essere). Esteja com os outros enquanto come. Não esteja com a televisão. Converse, ria. Não faça do acto de comer o centro da refeição.
E se os seus filhos comem devagar, ou pouco, lembre-se que essa pode ser a sua estratégia para chamar a atenção dos pais. Não deixe que a estratégia seja bem sucedida.
A partir dos seis meses (ou antes) começam a nascer os primeiros dentes, razão pela qual o bebé já aprecia refeições em que encontra pequeninos e delicados pedaços de alimento. O bebé aprende assim a mastigar e, progressivamente, os purés dão lugar a alimentos mais consistentes. No entanto, o bebé deverá ainda beber leite (cerca de 0,6 L por dia).
Nesta fase, a variedade de alimentos utilizados nas refeições aumenta, podendo também ser introduzidos na dieta os alimentos que contenham glúten.
No entanto, convém evitar a utilização de frutos secos e condimentos fortes embora possam ser utilizadas ervas aromáticas na confecção; é uma forma de, gradualmente e de forma suave, habituar a criança aos “sabores dos adultos”.
Se, entre os membros da família, houver casos de alergias a determinados alimentos, a introdução de alimentos que possam provocar alergia deve ser feita com cuidado. O novo alimento deve ser misturado com outros, que se sabe que são “seguros”, evitando assim dúvidas, caso exista uma reacção alérgica. Deixar um intervalo mínimo de dois dias entre a primeira introdução de um destes alimentos “suspeitos”.
O ferro é um oligoelemento muito importante na dieta do bebé, uma vez que é essencial ao seu crescimento. Uma alimentação deficiente em ferro pode dar origem a sintomas como falta de apetite e apatia. São boas fontes naturais de ferro, a carne e o peixe e alguns vegetais de folha verde, como os espinafres ou as nabiças. Se se optar por uma dieta vegetariana aconselha-se a ingestão de alimentos ricos em vitamina C, pois esta facilita a absorção de ferro e zinco a partir de vegetais.
Nesta idade, é também aconselhável fornecer à criança alimentos que, de forma minimamente higiénica, ela possa manipular com as mãos. Estão neste grupo os gressinos, as cenouras cozidas, os pedaços de tomate sem pele e sem sementes, os pedaços de banana, morango, pêssego ou melão e os pedaços de ovo cozido, entre outros.
Fonte: www.educare.te.pt
Preparação:
10 minutos
Cozedura: 1 hora
Lave e descasque as cenouras. Corte-as em rodelas finas e coza durante 1 hora. A cerca de 45 minutos de cozedura deite a mandioca, mexendo bem. Deixe arrefecer um pouco e passe tudo pela varinha mágica.
Nota: Este caldo pode também ser usado como tratamento da diarreia do bebé.