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Categoria: Notas Saudáveis

Distribuição das refeições na Infância

marigold1 24/06/2008 @ 10:54
O total de alimentos, ingeridos ao longo do dia, deve respeitar as proporções da roda dos alimentos, incluído hortaliças, legumes e frutos, não esquecendo os alimentos do grupo leite, os cereais e derivados como o pão, passando pelas leguminosas. Os consumo de carne deve ser moderado, sendo de retirar as gorduras visíveis e de preferir o peixe uma vez por dia. Reduzir o sal, as gorduras e o açúcar na confecção e tempero dos alimentos. Usar gorduras com moderação, preferindo o azeite. E, finalmente, variar o mais possível , dando primazia aos produtos de cada estação do ano.
Os alimentos devem distribuir-se ao longo do dia, por 5 a 6 refeiçoes diáiras, a intervalos regulares.
    O pequeno almoço é uma refeição fundamental para a criança, nunca devendo ser omitdo. O leite, acompanhado de pão ou cereais, deve fazer parte desta refeição. A quantidade diário de leite recomendada ronda o 1/2 litro, podendo ser gordo ou meio-gordo.
    A meio da manhã deve ser fornecida uma pequena refeição, a fim de evitar que a criança fique mais do que 3 horas sem comer.
    As duas principais refeições devem começar com uma sopa de legumes da época. Os produtos hortalicolas devem ser predominantes nas sopas e no prato. Em conjunção com a fruta, devem ser consumidos diariamente. Carne e peixe não precisam de ultrapassar os 50g limpos a cada uma das duas principais refeições, os ovos podem chegar aos 2 por semana.

    A meio da tarde deve ser fornecida uma merenda, em que o leite ou derivados e o pão não devem faltar.

    O jantar será semelhante ao almoço, com uma sopa de legumes e terminar com uma peça de fruta.

  Antes de ir para a cama, algumas crianças gostam de beber um copo de leite.

Dicas para uma Alimentação Equilibrada em familia

marigold1 09/05/2008 @ 15:13

A alimentação em geral está a tornar-se um tema importante e em foco, especialmente nos países mais desenvolvidos.
Ao longo do século XX, os alimentos passaram a sofrer processamentos e transformações que tornam alguns já bem distantes do produto original e a utilização de aditivos, corantes e conservantes artificiais tornou-se comum na indústria alimentar.

No que diz respeito à alimentação das crianças, os adultos e, em particular, os pais, têm uma grande responsabilidade na educação alimentar dos filhos, conscientes de que não é fácil educar o paladar das crianças actuais ou fazer com que apreciem alimentos, eventualmente menos “saborosos” (ou seja, regra geral, menos açucarados) do que os mais queridos entre crianças e jovens.
Mas há algumas tácticas, umas que exigem mais trabalho do que outras, que podem ser aplicadas para tentar condicionar os hábitos alimentares dos mais jovens.

Mas tenha atenção: não pode exigir aos seus filhos que façam o que não o(a) vêem fazer. Para alterar os hábitos alimentares dos seus filhos terá de começar por mudar… os seus. Coma os bróculos, está bem?

Eis então algumas estratégias:

Quem decide a ementa são os pais
Quem enche a despensa e o frigorífico são os pais. Comece por aí. Resista à tentação (na maior parte das vezes) de comprar guloseimas e snacks. Como? Não entrando no supermercado de barriga vazia. Levando uma lista de compras. Não se deixando arrastar pela “febre das promoções”.
Prefira produtos frescos e em cuja confecção possa envolver as crianças lá de casa.

Só se come quando se tem fome
Não se deve forçar a ingestão de comida. Aprenda a respeitar o verdadeiro apetite de cada criança (e o seu). Cuidado com os exageros para mais (como sucede frequentemente em datas festivas) ou para menos.

Nada de “restinhos” ou “comida escondida” no prato
Sirva porções mais pequenas. Se a fome persistir, repita pequenas quantidades. É uma maneira fácil de deixar o prato limpo.

“De pequenino se torce o pepino”
Achar que os seus filhos não gostam dos alimentos de que os pais ou os avós não gostam é um grande erro. Não seja egocêntrico e aposte em variar sabores, experimentar comidas novas e diferentes formas de confecção. Em pequenas porções (não entre logo “a matar”).
A palavra-chave é variedade e não quantidade.

Aprender a gostar
Observe os seus filhos a comer fora de casa: na escola, em casa de amigos ou de familiares. Verá que, frequentemente, perante uma comida nova que os adultos também comam, o seu filho não reage mal.
E se os seus filhos, em casa de alguém, mesmo antes de terem a oportunidade de provar o(a) ouvem dizer: “Acho que ele(a) não gosta disso...” – então está a convidá-los abertamente a não comer, a não experimentar. Seja forte. Não diga nada e espere para ver o que acontece. Poderá ficar surpreendido(a)

Abaixo as bolhinhas
As bebidas gaseificadas têm grandes quantidades de açúcar, estando o acentuado sabor doce disfarçado pelo gás aí dissolvido. Elas possuem um baixo valor alimentar e uma elevada contagem de calorias. Prefira sumos naturais, ou... água. Determine o consumo dessas bebidas apenas em situações pontuais.

Uma sobremesa não é uma refeição
Uma guloseima, às vezes, não faz mal. Mas bana o hábito de consumi-las antes das refeições ou quando se tem fome. Não use doces como “recompensas” para as crianças nem como subornos para acabar com uma birra.

Dar o exemplo
As crianças imitam os adultos. Não é justo que exija o que não consegue fazer.

Comer é uma “experiência social”
A origem do verbo “comer” significa “estar com” (do Latim cum essere). Esteja com os outros enquanto come. Não esteja com a televisão. Converse, ria. Não faça do acto de comer o centro da refeição.
E se os seus filhos comem devagar, ou pouco, lembre-se que essa pode ser a sua estratégia para chamar a atenção dos pais. Não deixe que a estratégia seja bem sucedida.

Dicas para uma Alimentação Saudável

marigold1 06/05/2008 @ 16:08


Para fazer uma adequada distribuição dos alimentos ao longo do dia, procure variar o mais possível na escolha dos alimentos que consome, adaptando as quantidades ingeridas à actividade física diária.

• Procure iniciar sempre o seu dia com um pequeno-almoço completo (ex.: 1 copo de leite meio-gordo, um pão escuro e uma peça de fruta);

A meio da manhã evite os snacks pré-preparados que são ricos em açúcar e gordura e opte, por exemplo, por iogurte magro; Inicie o seu almoço com uma sopa rica em hortaliças e legumes, no prato tenha uma pequena porção de peixe ou carne acompanhada por hortícolas (em salada ou preparados de outro modo) e arroz, massa, leguminosas ou batatas; para a sobremesa procure optar sempre por uma peça de fruta fresca;• A

meio da tarde pode ingerir por exemplo 1 copo de leite e 1 pão escuro ou cereais sem açúcar, juntamente com uma peça de fruta; Ao jantar faça uma refeição semelhante à do almoço, mas de preferência menos abundante nas quantidades, procurando alternar sempre carne com peixe e variar na fruta consumida à sobremesa;

• Se é costume deitar-se tarde, pode sentir a necessidade de consumir algum alimento ao deitar, neste caso 1 iogurte ou uma infusão quente de cidreira ou camomila acompanhada de um pequeno pedaço de pão escuro pode ser o suficiente para evitar a fome durante a noite.

• Não se esqueça de beber água em abundância ao longo de todo o dia e não apenas quando sente sede!

Os 10 Mandamentos da Alimentação Saudável

marigold1 06/04/2008 @ 19:20

1. Beber muita água (cerca de 2 litros), começando em jejum e ao longo de todo o dia, de preferência no intervalo das refeições.

2. Nunca “encher” demasiado o estômago, optando por pequenas refeições, várias vezes ao dia.

3. Eliminar o açúcar que é adicionado às bebidas e evitar o consumo de sumos, refrigerantes e bebidas alcoólicas.

4. Reduzir para metade as quantidades habituais de batata, arroz, massa e leguminosas.

5. Reforçar sempre as refeições principais com quantidades generosas de salada crua ou legumes cozidos.

6. Guardar o pão e fruta para comer nos intervalos das refeições principais.

7. Cozinhar de forma simples, à base de cozidos, grelhados ou estufados sem gordura.

8. Ingerir diariamente um produto lácteo magro (leite/iogurte/queijo).

9. Preferir o azeite a qualquer tipo de gordura. 10. Comer mais vezes peixe do que carne e reduzir a quantidade habitual destes alimentos, podendo substitui-los, 1 a 2 vezes por semana, por ovos confeccionados sem gordura.

Os “Dez Mandamentos” foram colocados de forma aleatória e não por ordem da sua importância. É do seu cumprimento em conjunto que resulta uma Alimentação Equilibrada e Saudável, ou seja, uma Alimentação Racional que deverá ser sempre complementada com estilo de vida adequado.


Dra. Maria Fernanda Fogaça (Nutricionista - British Hospital Hospital Lisbon XXI)